CURIOSIDADE: A origem do vestuário.



 O homem pré-histórico era místico e acreditava que vestindo a pele de animais anteriormente caçados, ele iria adquirir a força daquele animal, enfim, além de se proteger do clima os homens se vestiam por misticismo.

 A roupa de uma civilização estava e ainda está diretamente relacionada às suas opções de matéria–prima e suas condições tecnológicas.

 O significado místico das roupas era vistos principalmente nos sacerdotes e governantes (reis e nobres) que usavam trajes e jóias que os diferenciavam dos demais, demarcando as classes sociais.

 A pele de animais, à medida que secam, tornam-se duras e difíceis de tratar. Era necessário descobrir um meio de torná-las macias e maleáveis. Houve um avanço quando descobriram que o óleo ou gordura de animais marinhos, quando esfregados na pele, ajudava a conservá-la maleável por mais tempo. Depois, descobriram o curtimento (usado até hoje).

 Este processo permitiu que as peles fossem cortadas e moldadas. Foi um dos maiores avanços tecnológicos da história do homem à época. Outra invenção de extrema importância foi a agulha de mão (feita de marfim de mamute ou ossos de animais) encontradas em cavernas, depositadas há 40.000 anos. Com esta invenção, tornou-se possível costurar pedaços de pele para amoldá-las ao corpo.

 Alguns povos utilizavam fibras vegetais ou cascas de árvores. O tecido de casca era difícil de cortar e costurar, as roupas eram feitas apenas com um retângulo enrolado no corpo. As fibras vegetais mais usadas eram linho, cânhamo e algodão.

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