'Til D Do Us Apart: Outono-inverno 2024 da Diesel celebra o casamento nada tradicional de Christine Quinn

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Foto: Divulgação A Diesel convida você para sua campanha outono-inverno 2024, "Til D do us part". Imaginada como uma reviravolta irônica em um casamento tradicional – com foco principal no jeans, celebrado em todas as suas formas criativas, expressivas e sexy – a campanha é a mais recente na colaboração visual contínua entre o diretor criativo Glenn Martens e o diretor de arte Christopher Simmonds . No papel de fotógrafo de casamento, está Nick Waplington , narrando com ironia e êxtase todos os eventos do dia especial – a preparação do casamento, a cerimônia e a festa pós-casamento.   A noiva não está envergonhada. Ela é interpretada pela autora, modelo, atriz e vilã ex-estrela do reality show de sucesso global da Netflix, "Selling Sunset", Christine Quinn . Para seu casamento em Diesel , a magnata do setor imobiliário usa um vestido jeans azul desbotado com rosetas no decote e nos ombros. A noiva impôs um código de vestimenta rígido: cada convidado

NEGÓCIOS: Limpeza de janelas e locais altos em prédios deve ser feita apenas por profissionais, diz especialista




Funcionários qualificados seguem a Norma Regulamentadora 35, que estabelece medidas de segurança para trabalho em altura; gerente operacional da Embraps explica importância da qualificação, que garante a seguridade do profissional de limpeza


Frequentemente, surgem casos de faxineiras, diaristas ou até mesmo moradores que estendem o seu trabalho de limpeza de apartamentos para o lado externo das janelas. Sem proteção e treinamento adequado, essa prática pode resultar em graves acidentes ou até mesmo em fatalidades. Por isso, a importância de contar com profissionais de limpeza especializados e qualificados que utilizam ferramentas adequadas e seguem as normas de segurança para limpar lugares altos como janelas, marquises e fachadas. 

De acordo com o gerente operacional da Embraps, Alexandro Luciano Coelho, existe uma Norma Regulamentadora, a 35 (NR-35), que está em vigor desde 2012, a qual estabelece os requisitos mínimos e medidas de proteção para o trabalho em altura, desde o planejamento, organização, até a execução. "A NR-35 prevê que todo serviço executado acima de dois metros de altura, com referência ao chão, é considerado um trabalho em altura. A partir dessa definição, várias medidas de segurança devem ser estabelecidas", explica o gerente operacional. 

O objetivo é, justamente, garantir a segurança e saúde do trabalhador que executa a limpeza. Alexandro comenta ainda que esta norma costuma ser muito presente e reforçada em indústrias, terminais e empresas, onde há muitas atividades feitas em altura. É, porém, pouco conhecida em condomínios e estabelecimentos comerciais, ainda que igualmente necessária.

O gerente reforça que este não é um trabalho simples. Muitos clientes, segundo ele, solicitam a limpeza de marquises e toldos com a concepção de que é só colocar uma escada, subir, limpar e descer. No entanto, trabalhos realizados acima de 2 metros de altura, com um acesso que não dê segurança e proteção na estrutura para prevenir uma possível queda, não são permitidos pela NR-35.

"Essa é uma das questões que mais trabalhamos junto aos nossos clientes, para que entendam que nossa preocupação não é só atender a lei como também preservar nosso colaborador, empresa e cliente, pois todos podem ser afetados. Ressaltamos que fazemos atendimento ao trabalho em locais altos, mas sempre dentro do que pede a lei e criando soluções para nossos clientes", afirma Alexandro.

 

A importância da qualificação

O gerente operacional explica que o profissional que faz a limpeza de locais altos deve entender os riscos que corre e as medidas de segurança que deve obedecer. 

Na Embraps, empresa na qual atua, os profissionais passam por um curso de qualificação onde são orientados sobre os riscos, a importância de respeitar as condições de estrutura física, aprendem como utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) da forma correta, realizam exames médicos necessários, além de possuir um setor de segurança do trabalho.

A empresa ainda faz análises para verificar a melhor forma de realizar o trabalho oferecendo mínimo risco como parte de sua prestação de serviço. "Devemos estudar cada necessidade, apresentar uma solução e adequar, respeitando o cliente, o trabalhador e a lei", afirma.

Por fim, Alexandro explica que ao avaliar contratar um serviço, em vez de olhar apenas o preço, o cliente deve também avaliar o custo benefício.

"Quando for escolher um profissional que vai prestar serviço, deve-se pensar sempre: por que esse custo é tão baixo comparado ao outro? O serviço realizado atende ao que a lei pede? Eu tenho certeza que aquele trabalhador que está no andaime ou na escada conhece os riscos e sabe usar os EPIs? Isso tudo faz muita diferença", finaliza.




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