MARCAS e ESTILISTAS: Pucci, um marquês estilista conhecido como o “príncipe das estampas”.

Emilio Pucci, Marquês de Barsento (pronúncia italiana: [e ː mi ˌ lio puʧ ː i] ), (20 de novembro de 1914 - 29 de Novembro de 1992) foi um florentino designer de moda e político italiano. Ele e sua empresa de mesmo nome são sinônimos com estampas geométricas em um caleidoscópio de cores.

Emilio Pucci nasceu em 1914 de uma das mais antigas famílias nobres de Florença, e que vivem e trabalham no Palácio Pucci em Florença durante a maior parte de sua vida. Ele era um desportista, que nadou, esquiei, tênis, cercada jogou e correu carros. Na idade de 17 ele viajou para Lake Placid como parte da equipe italiana no Jogos Olímpicos de Inverno 1932 , mas não competir.

Depois de dois anos na Universidade de Milão, ele estudou agricultura na University of Georgia , em Athens , Georgia, onde se tornou membro da Sociedade Literária Demosthenian . Em 1935 ele ganhou uma bolsa de esqui a Reed College , em Oregon , recebeu um mestrado em ciências sociais da Reed em 1937, e concluiu seu doutorado ( laurea ) em ciência política pela Universidade de Florença no mesmo ano. Em 1938 ele se juntou ao Força Aérea Italiana , e serviu como um SM 79 bombardeiro torpedo piloto durante a Segunda Guerra Mundial, subindo para a patente de capitão e decorado para valor no momento em que ele deixou para prosseguir a sua carreira de moda.


No Reed ele era conhecido como um acérrimo defensor do regime fascista na Itália, e durante a guerra ele se tornou um confidente de Benito Mussolini 's filha mais velha, Edda Ciano. Pucci desempenhou um papel fundamental no plano de salvar seu marido depois de sua parte na queda de Mussolini, oferecendo alguns dos papéis Conde Ciano para a Gestapo para que eles pudessem ser trocados para a vida de Ciano. Depois de Hitler vetou o esquema, Pucci levou Edda à fronteira com a Suíça em 9 de Janeiro 1944 e garantiu sua fuga.

As roupas primeiro desenhado por Pucci foram para a equipe de esqui Faculdade Reed. Mas seus projetos veio a maior atenção em 1947, quando ele estava de licença em Zermatt , na Suíça. Skiwear que ele havia projetado para uma amiga foi fotografado por Toni Frissell , um fotógrafo que trabalhava para a Harpers Bazaar . Editor Frissell pediu Pucci para projetar skiwear para uma história em Moda Inverno Europeu, que decorreu na edição de inverno 1948 da Bazaar. Apesar de ter havido algumas experiências com tecidos elásticos na Europa antes da guerra, design elegante Pucci causou uma sensação, e ele recebeu várias ofertas de fabricantes americanos para produzi-los. Ao contrário, ele deixou a Força Aérea e configurar uma haute couture casa no balneário de moda Canzone del Mare na Ilha de Capri.

Inicialmente ele usou seus conhecimentos de tecidos elásticos para produzir uma linha de moda praia em 1949, mas logo mudou-se para outros itens, como cores vivas, lenços de seda estampados com ousadia. Stanley Marcus da Neiman Marcus encorajou-o a usar os desenhos nas blusas e então uma linha popular de rugas vestidos de seda impresso. Pucci adicionou uma boutique em Roma como o negócio prosperou, ajudado pelo papel Capri como um destino internacional para o jet-set. Pelo início dos anos 1950, Pucci foi alcançar reconhecimento internacional, recebendo o prêmio Neiman-Marcus em Dallas eo Prêmio Burdine da luz do sol em Miami. Marilyn Monroe foi enterrado em um de seus vestidos, e seus desenhos foram usados por todos, de Sophia Loren a Jackie Kennedy e os ícones dos últimos dias pop como Madonna no início de 1990.


Em 1959, Pucci decidiu criar uma lingerie linha. Seu atelier em Roma aconselhou-o a desenvolver a linha no exterior, evitando as dificuldades de uma década antes, em correspondência tecidos disponíveis para os padrões de sua linha de moda praia em primeiro lugar. Como resultado, Pucci passou a Chicago dando o contrato lingerie para Formfit -Rogers usinas. O empreendimento provou ser um sucesso, e Pucci foi feito vice-presidente encarregado do design e merchandising para a empresa um ano depois. Também em 1959, Pucci foi apresentado a Baronessa Cristina Nannini, um romano baronesa , em sua boutique em Capri. Pucci viria a casar com ela, alegando: "Casei com um Botticelli."

1914-1992

Emílio Pucci, nasceu em 29 de novembro de 1914 na cidade de Nápoles-Itália. Personalidade refinada, dotado de elegância natural, pertencia a uma das mais antigas e refinadas famílias da aristocracia italiana.

Pucci gostava de olhar as mulheres, aliás deve-se a uma de suas amigas sua entrada no mundo da moda. Preocupado, com a própria imagem, Pucci já desenhava as peças de seu guarda-roupa pessoal.

Um dia ele ofereceu a uma amiga um traje de esqui que havia imaginado – uma calça comprida levemente justa acima dos sapatos com uma faixa de couro passando debaixo da sola do pé, um pulôver, uma camisa e por fim um casaco desenhado como uma parka com um capuz e um bolso na frente fechado com um zíper na cintura.


A fotógrafa Toni Frissell, que trabalhava para a revista Harper´s Bazaar , mostrou-se entusiasmada por aquele traje esportivo e sugeriu a Pucci que produzisse industrialmente suas idéias de roupas.

Pucci combinou simplicidade (combinação de cortes estudados com formas geométricas precisas), cor (concepção de tecidos exclusivos tanto para roupas como para acessórios) e por fim movimento (as roupas e acessórios, devem adaptar-se a ação e o comportamento de quem os usa).

Sexy em sua leveza e simplicidade, acompanhados de todo tipo de acessórios combinados (da bolsa ao guarda-chuva, do chapéu ao lenço, do cinto aos sapatos), os modelos de Pucci foram a partir de então fotografados em Lauren Bacall, Liz Taylor, Audrey Hepburn, Marilyn Monroe e Gina Lollobrigida.

Um dos pioneiros da moda italiana, o marquês alfaiate Emilio Pucci fez fama no Planeta Fashion graças às suas inconfundíveis estampas. Hoje, após 60 anos de existência, a grife continua apostando em suas marcas registradas: cores fortes e formas abstratas e geométricas.

Era uma vez um marquês que se tornou alfaiate. À primeira vista, a história de Emilio Pucci soa como um conto de fadas ao contrário. Membro de uma das famílias mais antigas da aristocracia italiana, nasceu em 1914, carregava o título de marquês de Barsento e cresceu em um palácio com paredes cobertas por pinturas de Botticelli, Rafael, Donatello e Leonardo da Vinci local que se tornaria também palco de seus desfiles e um dos símbolos da griffe que leva seu nome.


Nos anos 40 e 50, a alta costura francesa dava as cartas na moda. A época foi marcada pelas silhuetas estruturadas de Chanel e Givenchy e as cinturas marcadas do new look de Christian Dior eram sucesso mundial. As criações de Pucci, por outro lado, valorizavam a exuberância física e eram concebidas para libertar as mulheres das roupas incômodas. Tudo com muito conforto e fluidez.

Enquanto na alta costura parisiense a mulher era uma imagem estática, impecavelmente vestida, Pucci propunha roupas mais vaporosas, sem peso, volume e acúmulo de camadas. Suas peças eram leves, confortáveis e descomplicadas, porém sofisticadas, já que contavam com tecidos especiais e coloridos, além de estampas e bordados marcantes.

Estampas com motivos estilizados e repetidos, além de formas abstratas e geométricas fizeram a fama de Pucci e se tornaram a sua marca registrada. Por conta disso, ficou conhecido como "Prince of prints" (do inglês, príncipe das estampas).

O marquês estilista também criou vários tecidos - um exemplo é o jérsei de seda, que patenteou como Emilioform, composto por 45% de xantungue e 55% de náilon. Graças a uma estreita colaboração com a indústria têxtil italiana, desenvolveu tinturas de tons inéditos, além de tratamentos especiais em algodões e sedas.

Suas coleções freqüentemente foram inspiradas em pessoas ou locais. A ilha de Capri, por exemplo, teve grande importância no começo da carreira. A coleção de verão de 1966, intitulada Vivara, ilha próxima a Capri, obteve grande destaque por conta das estampas que constituem a síntese gráfica mais abstrata realizada por Pucci. O mesmo nome foi escolhido para o recém-relançado perfume do estilista, com toques mais modernos, mas com aromas marcadamente italianos.


No final dos anos 60, no entanto, Pucci passou a privilegiar lugares cada vez mais distantes como Indonésia, África e América do Sul. Além de estampas com novos temas, as roupas ganharam formas mais exóticas, como túnicas, sarongues, saias compridas e amarradas na cintura.

Em julho de 1962, Pucci lançou sua primeira coleção de alta costura, pensada para mulheres de ombros e quadril estreitos, seios pequenos e pernas compridas, cujo retrato era a então primeira-dama dos Estados Unidos, Jacqueline Kennedy. Dois anos depois, em uma linha dedicada à África, Pucci protestou contra o racismo frente ao governo norte-americano ao convocar modelos negras para o desfile.

Após décadas de auge absoluto, a casa Pucci viveu um período menos vibrante em parte das décadas de 70 e 80. Um dos motivos foi a recusa de Pucci de descentralizar a produção, sem falar nos rumos da moda daquela época, muito distantes do seu padrão.

Antes de morrer, no entanto, ainda pôde observar o renascimento de seu estilo. No final dos anos 80, as inconfundíveis estampas voltaram novamente à moda e suas antigas criações tornaram-se desejadas como peças vintage. A popstar Madonna, a designer Paloma Picasso, a topmodel Claudia Schiffer e a atriz Isabella Rossellini foram algumas das personalidades que embarcaram nesse resgate do mago das estampas.

Em 1990, dois anos antes da morte de seu pai, Laudomia passou a administrar os negócios da família, já que seu irmão Alessandro Pucci di Barsento havia morrido em um acidente de carro.


Em 2000, o conglomerado de luxo francês LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton adquiriu a maioria das ações da casa Pucci, dando início a um processo de renovação. O estilista porto-riquenho Julio Espada foi o escolhido para continuar o trabalho do marquês e por lá ficou durante dois anos.

A volta por cima da marca, no entanto, é atribuída ao francês Christian Lacroix, que sucedeu Espada e, em três anos como diretor de criação, fez o nome Emilio Pucci voltar a figurar entre as griffes top do planeta. O francês mergulhou nos antigos arquivos e trouxe de volta as estampas, brincou com modelos que remetem a roupas para a prática do esqui (lembrando as origens da marca), lançando peças modernas, mas sem abrir mão do colorido e irreverente estilo Pucci. Em 2006, o jovem estilista inglês Matthew Williamson assumiu o império.

Emilio Pucci criou mais de mil estampas e todas estão disponíveis no Palácio Pucci. Williamson, possui a mesma paixão: se especializou em estamparia na escola de moda Saint Martins, em Londres. Seu grande desafio tem sido pesquisar os arquivos e reinventá-los, criando novos formatos, cores e proporções, a fim de que ganhem ares contemporâneos.

Atualmente, há lojas da griffe em Roma, Florença, Saint-Tropez, Londres, Moscou, Palm Beach, Nova Iorque, Bancoc, Hong Kong e Kuwait. A marca quadruplicou seus números em quatro anos e hoje conta com cerca de 30 pontos-de-venda em 11 países.

Ele foi chamado de "O Príncipe das Estampas" e criou um estilo único reconhecido e imitado até os dias de hoje.

Em 2000, a casa Pucci passou a ser controlada pelo poderoso grupo LVMH, detentora de várias marcas de luxo como, entre outras, Fendi e Givenchy. Desde então, o nome de Emilio Pucci voltou a figurar entre as grifes importantes de moda italiana e passou a desfilar na concorrida Semana de Moda de Milão.

Christian Lacroix, reconhecido por seu talento na composição de cores e estampas, foi o escolhido para continuar o trabalho único de Emilio Pucci e é o atual diretor de criação da marca, enquanto Laudomia Pucci, filha de Pucci, cuida da direção de imagem.



Para a coleção de primavera-verão 2004, Lacroix criou estampas de cores vibrantes e de tons pastéis. Aproveitando o revival dos anos 50, apareceram saias com cinturas marcadas e calças capri justinhas. Tecidos finos, babados e minis, além dos grafismos em preto e branco da última coleção surgiram em meio a algumas referências ainda aos anos 80.

O estilo único e revolucionário de Emilio Pucci .

O estilista italiano Emilio Pucci está no nosso imaginário como aquele que criou estampas geométricas ultracoloridas que viraram mania nos anos 60, mas sua contribuição ao mundo da moda vai muito além disso. Ele criou vários tecidos, como o jérsei de seda, patenteado por ele assim como o Emilioform, tecido composto por 45% de xantungue e 55% de nylon. Apaixonado por tecidos sintéticos e por esportes, Pucci se lançou ao sportswear desde o início de sua carreira como designer de moda no final dos anos 40 e início dos 50 ao criar roupas para esqui.

Ainda trabalhava como piloto da aeronáutica italiana quando, por intermédio de uma amiga fotógrafa, criou alguns modelos para uma matéria de moda da revista Harper's Bazaar publicada em dezembro de 1948 com o título "An Italian Skier Designs" (Designs de um esquiador italiano). A poderosa e visionária editora Diana Vreeland logo o indicou para uma das maiores lojas norte-americanas, a Lord & Taylor.

Nessa época, a moda era totalmente influenciada pela alta-costura francesa e o New Look de Christian Dior era o grande sucesso mundial. Paralelamente, era desenvolvida nos EUA uma florescente indústria do sportswear que buscava aliar a elegância ao conforto. Pucci, que havia estudado em escolas americanas, parecia compreender muito bem essa nova necessidade. De origem nobre, nasceu em 20 de novembro de 1914, na cidade italiana de Nápoles e carregava o título de marquês de Barsento. Ele pertencia a uma das famílias mais importantes da aristocracia italiana e estava acostumado ao requinte e à sofisticação da vida florentina. A união entre o antigo e seu espírito moderno e arrojado ajudou a criar uma imagem fascinante que logo atraiu a imprensa americana.

A marca Pucci esteve presente também em objetos de decoração A ilha de Capri foi muito importante na carreira de Emilio Pucci. Foi lá que ele criou, em 1949, uma linha de maiôs e roupas esportivas que podiam ser usadas durante todo o dia. O sucesso foi imediato e de Capri rapidamente se espalhou por todo o Mediterrâneo na pele de suas frequentadoras elegantes e refinadas. Sua primeira loja, "La Canzone del Mare", foi aberta em Capri, em 1950, mesmo ano em que decidiu abandonar a carreira militar. Todo o clima da ilha italiana teve grande influência também na escolha das cores e estampas de suas criações que mais tarde caracterizaria o chamado "estilo Pucci".

De certa forma, o designer italiano revolucionou a moda dos anos 50 com um conceito inédito da união entre o traje formal e o traje esportivo. Sua intenção era libertar a mulher das vestimentas pesadas e incômodas, facilitando o dia-a-dia daquelas que começavam a entrar no mercado de trabalho. Ele já havia se tornado, ainda nos 50's, um fenômeno de moda, tanto na Europa quanto do outro lado do oceano.

Já no início dos anos 60, Emilio Pucci e sua mulher Cristina, jovem baronesa com quem se casou em 1959, formavam um dos casais mais conhecidos de Capri a Nova York, passando por Paris e Londres. Suas roupas e os mais diversos acessórios como bolsas, sapatos, chapéus e lenços, foram usados e fotografados por Lauren Bacal, Elizabeth Taylor, Audrey Hepburn, Marilyn Monroe entre outras estrelas e personalidades.

Nessa época, ele criou uma revolucionária linha de roupas íntimas em seda strecht que não comprimiam o corpo feminino, o que era comum ainda nesse período para apertar a cintura e evidenciar os seios. A partir daí, surgiram outros desafios, como a criação de uma coleção de porcelana de mesa e, em 1965, a criação de um guarda-roupa completo para as aeromoças da Braniff International, uma extinta companhia aérea texana. E entre tapetes, louças e toalhas de banho, Pucci desenhou, em 1971, o emblema da missão Apolo 15 para a Nasa e, em 1977, o modelo e o interior do Ford Lincoln Continental.


Vivara, o primeiro perfume do estilista Ao longo de sua carreira, Pucci criou quatro coleções ao ano, mais de 500 modelos desenhados para suas lojas e para a alta-costura. A coleção mais conhecido do estilista foi a de 1966, chamada Vivara, o mesmo nome do seu primeiro perfume lançado em fevereiro do mesmo ano. O motivo gráfico Vivara sintetiza as linhas e formas abstratas mais distintas de sua carreira, tendo sido reproduzidas em seda, algodão, toalha, plástico e papel. O ano de 1967 foi marcado pela chamada "puccimania" que se estendeu pelos anos 70. Sua imagem de moda vanguardista o colocou entre os grandes estilistas nas décadas de 60 e 70. Épocas de contestação e libertação femininas, suas roupas de tecidos pintados, estampados e bordados, produzidas com materiais inovadores, privilegiavam a identidade da mulher de seu tempo.

Pucci já havia percebido toda a mudança cultural pelo qual passava o mundo e, conseqüentemente, a mudança de comportamento que afetaria a moda. A influência da juventude na evolução da estética era inevitável. O estilista retomou então o jeito esportivo e funcional dos anos 20. Golas pequenas, cinturas baixas para vestidos, lenços com franjas enormes, tecidos leves e moles e proporções regulares dos ombros acompanhavam as tendências do que era usado nas ruas. Suas bolsas viraram mania e são reproduzidas até hoje Até 1976, o espírito de suas criações era o conforto através de formas amplas e tecidos leves e suas roupas também foram muito influenciadas pela ecologia. Motivos florais, tons pastel, feminilidade e romantismo estavam de acordo com o espírito de liberdade jovem da época.

Nos anos 80, houve uma renovação do chamado "made in Italy", impulsionado pelo desejo de profissionalismo e pela volta aos tecidos clássicos e naturais. O prêt-à-porter ganhou força e surgiu a figura do fashion designer, com uma união criativa entre a indústria e o mercado. Estavam em alta as roupas estruturadas, as decorações preciosas e a marca Pucci voltou a fazer roupas sofisticadas com tecidos nobres e estampas geométricas em tons pastéis. No entanto, Pucci recusou-se a descentralizar sua produção. Uma vez ele disse: "nasci alfaiate e considero-me como tal. Meu trabalho é o trabalho de um artesão cujos objetivos são a qualidade e o estilo". Seu gosto por esse ofício o fez, ao lado de sua filha Laudomia, transformar seu negócio em laboratório de pesquisa.

Antes de morrer, em 29 de novembro de 1992, Pucci ainda assistiu a um retorno inesperado do seu trabalho. Usadas por personalidades como Paloma Picasso e Isabella Rossellini, suas criações ocupavam novamente as páginas das revistas e jornais de moda.

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