PRÉ-HISTÓRIA




No princípio foram utilizados folhas vegetais e depois as peles de animais. No Antigo Testamento diz que o homem cobriu o corpo pelo caráter de pudor mas há outras interpretações que dizem ter coberto pelo caráter de adorno, por proteção, mas foi na verdade uma necessidade.


As folhas e peles por serem materiais biológicos, deterioravam-se com o tempo.
As peles eram usadas com o próprio pelo do animal, normalmente de urso ou rena, e passavam por processos de mastigação para serem amaciadas. Posteriormente, untavam com óleos ou gorduras animais para impermeabilizar e dar maciez, proporcionando uma maior durabilidade à peça.


Na seqüência, utilizavam o tanino, um elemento que é liberado de certa cascas de árvore quando mergulhadas em água. Técnica de grandes resultados no tratamento das peles, que eram presas ao corpo com garras dos animais, nervos, tendões ou até fios da crina ou do rabo de cavalos.


Com a fixação do homem ao solo, ele deixou de ser nômade caçador para trabalhar com a criação de animais e agricultura, produzindo o linho, a lã, o que beneficiou a indumentária com o princípio da feltragem e num processo evolutivo até a própria tecelagem. Um grande avanço em técnica e aprimoramento.

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