Visit Rio participa do roadshow da BLTA e celebra conquistas do Rio de Janeiro no cenário do turismo de luxo brasileiro

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Destino ganha destaque no anuário 2025 da Associação, divulgado durante o evento   O Visit Rio participa do Roadshow Nacional da Brazilian Luxury Travel Association (BLTA), que teve uma passagem por São Paulo na última quarta-feira (26) e por Campinas nesta sexta-feira (28). O evento, que reúne os principais representantes do turismo de alto padrão do país em rodadas de negócios com agências e operadoras especializadas, marcou também o lançamento do Anuário BLTA 2025. A edição confirma o protagonismo do Rio de Janeiro no turismo de luxo brasileiro, com a cidade figurando como o destino mais procurado pelas operadoras associadas, com 49% de preferência.   No levantamento, feito em parceria com o Senac, foram considerados para efeito de análise 59 hotéis e sete operadoras/DMC da associação. "Esse destaque no anuário confirma a força do Rio de Janeiro no segmento de luxo. Estar no roadshow é uma oportunidade de transformar esses números em negócios concretos e ampliar nos...

MODA: Produção nacional de vestuário deve crescer 0,7% neste ano, aponta IEMI


Fotos: Divulgação
A indústria de vestuário mundial, assim como outros setores produtores de bens de consumo, vem se desenvolvendo significativamente nos últimos anos. No Brasil, porém, a indústria de vestuário apresentou queda de 0,5% na produção, em 2014, acompanhando a queda de 0,3% no número de unidades produtivas e -1,5% no pessoal ocupado. Em termos nominais, o valor da produção em geral teve alta de 5,6%. Estes números fazem parte do estudo “Mercado Potencial de Vestuário em Geral” recém-lançado, elaborado pelo IEMI Inteligência de Mercado.O estudo mostra ainda que a linha de Roupas Femininas apresentou uma queda levemente inferior à média geral do mercado, com redução de apenas 0,2% no volume total de peças produzidas. Em receitas nominais, porém, esta linha de produtos alcançou o valor de produção de R$ 46,6 bilhões no acumulado do ano, com destaque para linha casual adulto, que corresponde a 43% da linha feminina adulta no Brasil.No estudo, merece destaque ainda a produção de Roupas Esportivas, com receitas de R$ 10,0 bilhões e crescimento de 2,1% em relação ao ano anterior, e a linha Jeanswear, que alcançou R$ 8,1 bilhões em 2014, mas com uma alta de 4,7% em relação a 2013 (em valores nominais).Além do Jeanswear, apresentaram expressivo crescimento nas receitas nominais de produção, em 2014, as linhas de Moda Íntima e Dormir (+10,1%), Moda Praia (9,8%) e Roupas Profissionais 9,6%.Dados como a evolução do consumo aparente e da participação dos importados no suprimento do mercado interno também foram analisados, tendo como base a evolução histórica dos principais indicadores da indústria de vestuário no Brasil (produção, investimentos, capacidade instalada, contratação de mão de obra, etc.) e do próprio comércio externo brasileiro de vestuário.“Em 2015, as expectativas são de que os artigos importados alcancem uma participação de 13,6% sobre o consumo aparente em volume de peças, e as exportações representem 0,3% da produção nacional, quando considerados todos os grupos de vestuário produzidos e consumidos no País”, afirma Marcelo Prado, diretor do IEMI.



Canais de distribuição e consumo de vestuário
Os diferentes formatos do varejo compõem o principal canal de escoamento dos artigos de vestuário consumidos no país. Para a indústria, o varejo responde diretamente por 75,2% da distribuição de toda a produção nacional de vestuário. O comércio atacadista soma 17%, a exportação representa apenas 0,4%, e as lojas de fábrica, institucional e os demais canais (institucional e internet) somam 10,9%.

Perfil da DemandaEm termos de consumo, a maior demanda potencial provém do grupo de consumidores da classe B, com 50,1% do valor gasto com vestuário no país em 2014. A classe C aparece em seguida com 29,8%, a classe A com 15,8% e por último as classes D/E participando com 4,3% do consumo.Entre os estados, São Paulo é o maior produtor de artigos de vestuário e também o maior consumidor, em seguida aparecem Rio de Janeiro e Minas Gerais.


Unidades produtorasDe 2010 a 2014, a quantidade de unidades atuantes no setor aumentou 7,4%, com o surgimento de 1.775 novas unidades. Em relação ao último ano, ocorreu leve queda de 0,3%, quando 67 unidades produtivas encerraram suas atividades dentro do setor.As microempresas, de 5 a 19 empregados, representam 70,6% do universo empresarial e 27,9% do pessoal ocupado e são responsáveis por 15,1% da produção. As pequenas, de 20 a 99 empregados, são 26,4% do universo e 41,1% do pessoal ocupado e participam com 21,4% da produção. As médias empresas, de 100 a 499 empregados, são apenas 2,7% do universo, respondem por 20,0% dos empregos e 32,1% da produção, e as grandes, acima de 500 empregados, somam apenas 0,2% das empresas, 10,9% do pessoal ocupado e 31,4% da produção total de vestuário, meias e acessórios de 2014.As unidades produtoras estão localizadas principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde se concentram 77% do total, ficando a região Nordeste com 15% e as regiões Centro-Oeste e Norte, juntas, com 8% do total de unidades em atividade.

Ocupação de pessoal

Os empregos gerados pelo setor produtor de vestuário somaram quase 1,16 milhão de funcionários empregados em 2014, ou o equivalente a 12,26% do total de trabalhadores alocados na produção industrial do País nesse ano. Isso vem demonstrando que, além da sua grande relevância econômica, este é um segmento de forte impacto social.


A região Sudeste é a maior empregadora do setor, e é sede do maior universo de unidades produtivas. Em todo o período analisado a região Sudeste foi a líder no número de pessoal ocupado e participa hoje com 47% do contingente de empregos ofertados pela indústria de vestuário no Brasil em 2014. A região Sul ocupa a segunda posição, com 29%, seguida da região Nordeste, com 18%. As regiões Norte e Centro-Oeste, juntas, detêm 6% dos empregos da indústria brasileira de vestuário.



Produção mundial

A produção mundial de vestuário foi estimada em aproximadamente 47,7 milhões de toneladas para o ano de 2012, considerando-se apenas os artigos fabricados dentro de padrões industriais de produção, ou seja, sem considerar os artigos de feitio doméstico ou sob medida (ocupação de costureiras, alfaiates, etc.).


“O potencial de crescimento futuro é maior se considerarmos que a grande maioria da população mundial ainda sobrevive com baixo poder aquisitivo. Nos próximos anos, o crescimento da produção e do consumo deverá ocorrer à medida que as nações menos desenvolvidas consigam uma melhor distribuição de renda”, afirma Prado.

Em 2012 o Brasil ocupava a 4ª posição no ranking de produção mundial, com participação de 2,5%, ficando atrás, somente, da China, Índia e Paquistão. Todavia, a força chinesa no setor de vestuário é incomparável. Afinal, o país, sozinho, detém quase 50% da produção.



O IEMI – Inteligência de Mercado foi criado em 1985 para atender a crescente demanda das indústrias e entidades por dados numéricos e comportamentais relativos aos seus mercados, bem como para ajudar a sustentar o planejamento de suas ações. O IEMI tornou-se a principal fonte de informações para importantes setores da economia brasileira, como o de vestuário, contribuindo para seu melhor desenvolvimento.


Site: www.iemi.com.br




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