Visit Rio participa do roadshow da BLTA e celebra conquistas do Rio de Janeiro no cenário do turismo de luxo brasileiro

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Destino ganha destaque no anuário 2025 da Associação, divulgado durante o evento   O Visit Rio participa do Roadshow Nacional da Brazilian Luxury Travel Association (BLTA), que teve uma passagem por São Paulo na última quarta-feira (26) e por Campinas nesta sexta-feira (28). O evento, que reúne os principais representantes do turismo de alto padrão do país em rodadas de negócios com agências e operadoras especializadas, marcou também o lançamento do Anuário BLTA 2025. A edição confirma o protagonismo do Rio de Janeiro no turismo de luxo brasileiro, com a cidade figurando como o destino mais procurado pelas operadoras associadas, com 49% de preferência.   No levantamento, feito em parceria com o Senac, foram considerados para efeito de análise 59 hotéis e sete operadoras/DMC da associação. "Esse destaque no anuário confirma a força do Rio de Janeiro no segmento de luxo. Estar no roadshow é uma oportunidade de transformar esses números em negócios concretos e ampliar nos...

DECORAÇÃO: Ícone do design mundial, Eames Lounge Chair e Ottoman da Herman Miller se renova em versão Collection

Fotos: Divulgação

Criada por Charles e Ray Eames e produzida pela Herman Miller desde 1956, a Eames Lounge Chair e Ottoman tornou-se um marco do design mobiliário. Seu desenho atemporal e seu aspecto artesanal definiram o conjunto um clássico. Não por acaso, é um dos mais copiados da Herman Miller, que, em contrapartida, tem a seu favor a admiração daqueles que percebem a importância da autenticidade do design.

Para ampliar as opções de seus admiradores, a Herman Miller lançou uma nova versão da poltrona: além do couro, a base em madeira também vem em preto. Com a nova roupagem, a Eames Lounge Chair e Ottoman não perde em conforto e tradição e ganha em sua já característica elegância.

De presente para um amigo a ícone de design

Charles e Ray Eames criaram a Eames Lounge Chair e Ottoman como um presente para seu amigo Billy Wilder, o diretor dos filmes "Some Like It Hot" e "Sunset Boulevard". Ao produzi-la, a Herman Miller ainda manteve o máximo possível do trabalho manual na linha de produção, chegando mais perto do que qualquer outra de incorporar os ideais de artesanato na produção de mobiliário em massa.

Ao longo dos anos, alguns esforços para melhorar a qualidade da Eames Lounge Chair e Ottoman vieram graças ao trabalho manual. A Herman Miller escolheu um couro de qualidade que funcionava melhor e desbotava menos do que o couro anilina original, e, ao fazer isso, renunciou a parte do toque característico que o material conferia ao conjunto. Assim, nos anos 1980, a empresa descontinuou os acabamentos de madeira com óleo em benefício do laqueamento mais eficiente e de fácil manutenção.

Para honrar seu compromisso ambiental, a Herman Miller também substituiu o jacarandá brasileiro ameaçado de extinção utilizado na cadeira original pelo jacarandá-cabiúna, ou palissandra, uma madeira altamente granulada bem semelhante ao jacarandá original, porém, sustentável. Aliás, todas as madeiras usadas na Eames Lounge Chair e Ottoman são de florestas manejadas com sustentabilidade e o próprio produto é 65% reciclável.

Preservação do jacarandá brasileiro

Em meados da década de 1980, o desmatamento das florestas tropicais brasileiras estava no topo da lista das causas de ambientalistas de todo o mundo, que condenavam a violação do patrimônio natural do Brasil. A indústria americana, contudo, despertou lentamente para este alarme: só decidiu prestar atenção em 1988 e 1989. E uma das primeiras empresas a fazer isso foi a Herman Miller.

Bill Foley, responsável por avaliar os materiais que a Herman Miller comprava para fazer seus móveis, e Bob Johnston, escritor e decisor político responsável pelas relações corporativas, perceberam que as quedas de árvores no Brasil poderiam abalar o potencial para fazer o bem da tradicional manufatura de móveis. Eles sabiam que a Herman Miller tinha grande participação no tumulto por já ter feito muitos produtos de madeira.

A empresa comprava uma grande variedade de madeiras tropicais: mogno da África Ocidental, mogno escuro de Camarões, teca da Tailândia e jacarandá do Brasil, objeto de especial reverência por adornar a célebre Eames Lounge Chair, um produto tão amado por designers e compradores de móveis sofisticados que ainda era vendido regularmente depois de 45 anos de sua criação.

Devido ao status suntuoso e icônico da Eames Lounge Chair, trocar sua madeira era quase impensável. Ao mesmo tempo, como o jacarandá estava vindo de uma floresta em apuros, Foley consultou os fornecedores da Herman Miller para descobrir qual deveria ser o papel da empresa na gestão da aquisição da madeira. Mas eles não tinham respostas satisfatórias e Foley queria papeladas que mostrassem uma cadeia de custódia desde o momento em que a madeira deixava as mãos dos madeireiros até chegar aos fornecedores. O magno originário de Camarões vinha com uma boa papelada, e as pesquisas mostravam que as florestas eram razoavelmente bem supervisionadas, mas quando se tratava do jacarandá brasileiro, o fornecedor não sabia muito sobre sua origem.

Juntos, Foley e Johnston aprenderam que a destruição da floresta vinha, primeiro, da agricultura de corte e queima; segundo, das pessoas que coletavam lenha; e, terceiro, de práticas ruins de exploração madeireira. A compra de madeira tropical para a fabricação de móveis não estava, por si só, destruindo as florestas, mas também contribuía, e, de qualquer forma, os compradores da madeira estavam sob ataque da mídia e dos políticos, não importando a natureza complexa dos fatos.

No final de 1989, Foley sentia que tinha informação suficiente para recomendar a coisa certa a fazer. Ele entendia que o jacarandá não crescia como o carvalho nas florestas de Michigan e, uma vez que as comunidades naturais dos jacarandás estavam em declínio, ele corria o risco de desaparecer. Porém, banir o uso de todas as madeiras tropicais, como alguns legisladores propuseram, não parecia ser a resposta certa.

A decisão tornou-se, portanto, um divisor de águas. Ao tomar uma posição sobre o meio ambiente, o grupo parecia estar tomando uma decisão contra um design consagrado. Afinal, o destino da Eames Lounge Chair estava em jogo e o produto não era apenas o principal produto da Herman Miller, mas um símbolo de sua identidade. Para arquitetos e designers de todo o mundo, a Eames Lounge Chair representava a preeminência do design e da qualidade da Herman Miller. Quando vendedores queriam mostrar o que comprar da Herman Miller, eles apontavam para a Eames Lounge Chair. E isso criou um dilema para a empresa: arruinar uma maravilha do design moderno ou uma maravilha da natureza?

Como Charles Eames falecera em 1978, ele não poderia pronunciar-se a respeito. Então, sua esposa e parceira de design ao longo da vida, Berenice “Ray” Eames, concordou que a empresa deveria deixar de usar a madeira em extinção. Ainda assim, muitas pessoas não gostaram da ideia, pois se perguntavam qual seria o efeito disso nas vendas da empresa, em sua reputação de design e na satisfação dos consumidores assíduos.

Apesar das contradições, em 16 de março de 1990, a Herman Miller anunciou a decisão publicamente: compraria toda a sua madeira tropical apenas de florestas sustentáveis e ofereceria a Eames Lounge Chair apenas em madeiras alternativas, como cerejeira e nogueira. Uma vez pega de surpresa em relação ao seu impacto ambiental total, a Herman Miller agora estava envolvida em um esforço global para liderar mais uma vez, com base em ciência e valores.

Herança de design

A evolução da Eames Lounge Chair e Ottoman – de um objeto feito à mão para dar de presente a um amigo a uma linha de produção com detalhes artesanais, e agora com alterações destinadas a assegurar a consistência e durabilidade e reviver algumas das qualidades do trabalho original – demonstra como a Herman Miller honra sua herança de design. Um clássico moderno por excelência, o conjunto ainda baseia-se nos detalhes originais que continuam a distingui-lo e pode ser visto em museus como o MoMA, em Nova York, e o Art Institute de Chicago.

Couro e madeira

A Eames Lounge Chair e Ottoman está disponível em duas variedades diferentes de couro e dois acabamentos para madeira. Quanto ao couro, os clientes podem optar entre o novo couro MCL – que oferece mais suavidade, durabilidade e estabilidade de cores – e os acabamentos com óleo, que exigem manutenção periódica e produzem o visual rico e lustroso da madeira original. O MCL, cuja textura é mais próxima do couro anilina do conjunto original, é um couro premium, semianilina e tingido, com 100% de granulação natural. As variações de cores e marcas de superfície são características inerentes desse material, que adquire rugas e dobras e desenvolve uma pátina com o tempo.

Duas das madeiras disponíveis, nogueira e jacarandá-cabiúna, recebem um acabamento lubrificado, que é semelhante em aparência e textura ao acabamento usado no design original e proporciona uma aparência lustrosa à madeira, exigindo manutenção manual periódica com óleo. Também há a opção com estrutura de compensado laqueado de alto desempenho, que requer apenas a remoção de poeira, disponível em cerejeira, nogueira, jacarandá-cabiúna e pinho branco. Na nova versão, a madeira recebe tingimento preto fosco.

Conforto e suporte luxuoso

O conforto da Eames Lounge Chair e Ottoman ajuda a explicar sua popularidade duradoura em comparação a outras cadeiras também consideradas ícones do design. As almofadas de espuma imitam a aparência do original, mas não ficam achatadas ou amontoadas com o tempo. Como Charles Eames as descreveu, "as almofadas de couro têm vincos, mas esta é uma pista do conforto que elas proporcionam, como o visual aconchegante e receptivo de uma luva de beisebol bastante usada".

O assento tem inclinação permanente de 15 graus para retirar o peso da parte inferior da coluna e distribui-lo apropriadamente para a parte posterior da cadeira. A almofada inferior apoia a coluna lombar. O resultado? Quem se senta em uma Eames Lounge Chair se sente relaxado e fica confortável enquanto lê, assiste a um filme ou conversa. A Ottoman também oferece um benefício à saúde. A maioria das pessoas fica sentada ou em pé o dia inteiro, portanto, o sangue fica acumulado nas extremidades inferiores. Ao apoiar os pés na Ottoman, é possível restaurar a circulação sanguínea normal.

Montada manualmente com muita atenção aos detalhes, seus moldes são de madeira com sete camadas e as almofadas são estofadas individualmente. Os suportes traseiros e bases, tanto da cadeira quanto do pufe, são de alumínio fundido e a base da poltrona tem um mecanismo de suporte giratório integrado. Além disso, o produto possui suportes contra choque em borracha natural resistente e deslizadores de aço inoxidável ajustáveis.


Todo branco

Perfeita para interiores mais leves e arejados, a Eames Lounge Chair e Ottoman também está disponível em uma versão totalmente branca, com couro MCL perolado e estrutura de pinho branco, que destaca os realces de alumínio polido da base. O acabamento do pinho é feito por meio de um processo que capta a madeira em seu estado natural, "recém-cortada": um branco cremoso que não fica amarelado ou dourado com o tempo.



O design inspirador, as tecnologias inventivas e os serviços estratégicos da Herman Miller ajudam as pessoas a realizarem grandes coisas e as empresas a desempenharem o seu melhor. Os produtos e serviços premiados da empresa geraram uma receita de mais de $1,8 bilhão em 2014. Ganhadores do National Design Award do Museu Cooper-Hewitt, o design da Herman Miller pode ser encontrado em coleções permanentes de museus no mundo todo. As práticas comerciais inovadoras e o compromisso com a responsabilidade social também ajudaram a estabelecer a Herman Miller como um líder reconhecido no mundo todo. Em 2012, a Herman Miller foi novamente classificada pela Human Rights Campaign Foundation entre as melhores empresas em seu Índice de Igualdade Corporativa anual e teve seu nome entre as 50 Melhores Fábricas dos EUA pela revista Industry Week.  A Herman Miller está incluída no Dow Jones Sustaintability World Index e tem ações na Bolsa de Valores NASDAQ Global Select Market com o código MLHR.



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