Um avanço em projeto de moda responsável com nova coleção de jeans

Peças trazem releituras de modelos clássicos dos anos 1980 e 1990 e composições atemporais, além de um consumo de água 44% menor


Dando continuidade ao propósito de construir uma moda cada vez mais consciente, a Renner lançou uma nova edição de Re Jeans, coleção com diversos atributos sustentáveis, informação de moda e confeccionada dentro do conceito de fechamento de ciclo da economia circular. Em 2018, a marca foi pioneira no mercado ao apresentar a primeira coleção do projeto e criar o selo Re - Moda Responsável, que passou a assinar todas as ações da empresa na área de sustentabilidade.

De lá para cá, a atuação responsável da Renner evoluiu, assim como o Re Jeans. "Desde 2018, quando o selo Re foi lançado, pensamos em oferecer ao cliente produtos menos impactantes ao meio ambiente e com tendências de moda. Isso vem em evolução coleção após coleção. A cada novo projeto, avançamos tanto nos parâmetros sustentáveis quanto na informação de moda atrelada ao produto, mais fresca e mais atual", destaca a gerente geral de estilo da Lojas Renner, Fernanda Feijó.

Algumas peças fazem uma releitura de modelos clássicos dos anos 1980 e 1990, enquanto outras trazem composições mais atemporais. "A coleção é dividida em dois blocos complementares. O primeiro tem uma pegada mais casual: macacões, pantalonas e blusas amplas, onde é priorizada a excelência na modelagem, com formas que garantem o conforto tão desejado nos tempos atuais. O segundo grupo de peças é jovem, despojado e mais vintage, remete a brechós e upcycling. É cheio de texturas", acrescenta Fernanda.

O novo Re Jeans traz no feminino produtos como a jaqueta jeans trucker clássica, mas com interferência de tricot (tricot este que também é feito com um fio reciclado, a partir das sobras do jeans). Também há tops em tricot, além de calça, short e saia clochards, de cinturas super altas. No masculino, conta com camisas, shorts e macaquinho versão posto (largão), democrático e despojado.

Outra novidade da coleção é que o mix de matérias-primas usadas na confecção de Re Jeans foi aprimorado: assim como em 2018, os fornecedores aproveitaram sobras de tecido - quase todas da produção da própria varejista -, que foram desfibradas e transformadas em um novo fio, evitando a geração de resíduos e originando peças com menor impacto ambiental (a chamada economia circular). Desta vez, os produtos também levaram algodão com certificação BCI e GRS em sua composição e não tiveram adição de poliéster, o que faz com que o Re Jeans possa ser reciclado novamente, perpetuando o ciclo do desenvolvimento sustentável.

A nova versão desta linha de denim foi ainda produzida com um consumo menor de água: a redução média é de 44% em comparação com uma peça convencional. Uma metodologia de pegada hídrica inovadora desenvolvida pela Renner vem permitindo mapear o uso de água nas etapas de confecção e acabamento de cada jeans, com o objetivo de fazer um trabalho de engajamento junto à cadeia de fornecimento e melhorar os processos empregados, além de dar visibilidade aos clientes sobre o nível de água consumido nos diferentes modelos disponíveis para compra.

A Renner ainda buscou uma solução responsável para comunicar essa linha de jeans. As tags de papel reciclado que costumam identificar os produtos do selo Re foram substituídas por uma gravação em silk - são impressões na parte interna da roupa, onde consta a descrição sobre as boas práticas envolvidas na produção. As peças podem ser adquiridas no e-commerce da marca e em sete lojas selecionadas no Brasil.

Consistência em sustentabilidade

Este lançamento é parte do empenho da maior varejista de moda do Brasil em ampliar cada vez mais o seu mix de produtos com atributos de sustentabilidade. Atualmente, 75% de todo o jeans da Renner já é feito a partir de materiais e/ou processos de menor impacto. Mas o denim é só um dos exemplos. Hoje, todas as coleções incluem roupas do selo Re, de diferentes tecidos e estilos. Desde 2017, a marca comercializou quase 90 milhões de peças responsáveis, confeccionadas com matérias-primas como o fio reciclado, o algodão certificado, a viscose certificada, a poliamida biodegradável e o liocel, além de técnicas como o upcycling.






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