MODA: Havaianas e Instituto IPÊ celebram 15 anos de parceria a favor do meio ambiente

Sob assinatura do designer Arlin Graff, as sandálias da linha IPÊ recebem estampas com espécies em extinção. As três estampas têm 7% das suas vendas revertidas em apoio à preservação da fauna e flora brasileira
Há exatamente 15 anos, nascia a parceria entre Havaianas e o Instituto IPÊ. Durante todo esse período, mais de 14 milhões de pares de sandálias com artes inspiradas em espécies da fauna brasileira foram vendidas, revertendo de seus valores mais de R$ 8 milhões para a manutenção do Instituto - 7% do valor das vendas líquidas da linha.


Pensando nisso, para fazer uma celebração à altura, as Havaianas e o Instituto IPÊ fizeram uma collab que dá vida a três diferentes sandálias com estampas da Onça Pintada, o Mico-Leão e a Arara Vermelha, todas assinadas pelo artista Arlin Graff, conhecido mundialmente por seus grafites coloridos e geométricos.

As comemorações não param por aí. Para celebrar o sucesso mundial da parceria, Arlin pintará um mural de 150m² em Lisboa durante uma semana. Todo processo será gravado e posteriormente divulgado pela marca, como parte das ações que estão sendo feitas para reforçar a parceria.

O Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) foi criado em 1992 e firmou-se como uma das maiores organizações não governamentais do país. Estudando a preservação da fauna e flora da Mata Atlântica, Amazônia e Pantanal, cria práticas ecológicas e contribui na educação por meio da Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade (ESCAS), que nasceu em 2005, com o objetivo de garantir a formação de pesquisadores e líderes especialistas em assuntos ambientais.

As sandálias podem ser encontradas em todas as lojas Havaianas e também no e-commerce da marca.



Sobre Instituto Ipê
A fundação oficial foi em 1992, mas o IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológicas começou sua história muito antes dessa data. Em 1978, aos 30 anos, Claudio Padua deixou para trás a carreira de diretor administrativo no Rio de Janeiro para se dedicar exclusivamente à Biologia. A mudança radical de vida incluiu sua esposa, Suzana Pádua, e seus três filhos. A família mudou-se para o Pontal do Paranapanema (extremo oeste de São Paulo) para que Claudio pudesse realizar as pesquisas com o mico-leão-preto, um dos primatas mais raros e ameaçados de extinção no mundo.

Com o decorrer das pesquisas, foi constatado que, para a conservação efetiva da espécie, seria necessário o apoio dos moradores do entorno da floresta, habitada pelo mico-leão- preto. Começava aí o trabalho de educação ambiental do IPÊ, liderado por Suzana que, ao envolver as comunidades da região, iniciou o processo de conscientização sobre a importância da proteção da natureza. Aos poucos, as pessoas foram compreendendo que a conservação do mico ajudaria não só a conservar da Mata Atlântica, já bastante ameaçada, mas também suas próprias vidas. Outros pesquisadores e estagiários, que naquela época já acreditavam ser impossível separar conservação de educação ambiental e envolvimento comunitário, uniram-se a Claudio e Suzana para criar o IPÊ, que inicialmente teve sua sede em Piracicaba (SP).

Hoje, o IPÊ é considerado uma das maiores ONGs ambientais do Brasil, possui título de OSCIP e tem sede em Nazaré Paulista (SP). O Instituto, que começou com o Projeto Mico-Leão-Preto, agora conta com mais de 80 profissionais trabalhando em mais de 30 projetos por ano, em locais como o Pontal do Paranapanema e Nazaré Paulista (SP), Baixo Rio Negro (AM), Pantanal e Cerrado (MS). Uma das preocupações do IPÊ desde a sua criação é a transferência do conhecimento adquirido em suas pesquisas de campo. Para isso, em 1996, o Instituto criou o CBBC - Centro Brasileiro de Biologia da Conservação, para cursos de curta duração, que evoluiu, em 2006, para a ESCAS - Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade, oferecendo Mestrado Profissional e MBA.



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