COLORAÇÃO PESSOAL: uma nova dimensão.



O pintor suíço Johanes Itten, ao observar seus alunos, constatou que eles tendiam a usar nas pinturas cores semelhantes às de sua coloração pessoal (pele, olhos e cabelos). Criou então uma teoria na qual a pessoa deveria usar no seu vestuário cores que repetissem e valorizassem sua coloração.

Suzanne Caygill, estilista de São Francisco, Califórnia, usou por volta dos anos 1940 a teoria de Johannes na moda, organizando as cores em quatro grupos básicos, que denominou de primavera, verão, outono e inverno. Assim nasceu a paleta sazonal. Mas o assunto só ganhou o grande público em 1988 com a publicação de Color me Beautiful, de Carole Jackson, que se tornou um best seller e deu margem a outras teorias além da paleta sazonal.

Quando a pessoa usa a cor que se harmoniza com a sua coloração, a aparência se torna mais iluminada, saudável e rejuvenescida.

Há métodos diferentes de análise de cores além da paleta sazonal. O importante é que a intensidade, o valor e o subtom das cores sejam os mesmos da coloração da pessoa que as usa.

A coloração pessoal é avaliada a partir do tom da pele, da cor dos cabelos e da cor dos olhos. As variações da cor da pele variam de acordo com a quantidade de três pigmentos:

• hemoglobina = vermelho

• melanina = marrom-azulado / marrom-alaranjado

• coratina = amarelo

A coloração pessoal pode ser quente ou fria, dependendo da quantidade desses pigmentos.

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